A ONG internacional pró-vida, Operation Rescue [Operação Resgate], conhecida por sua luta contra o aborto, anunciou na semana passada que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ganhou o Prêmio Malachi da Personalidade Pró-Vida 2017 por seu trabalho em favor dos nascituros.

A Operation Rescue afirmou que Trump teve “a coragem de cumprir as promessas feitas durante a campanha, proporcionando maior proteções aos não-nascidos e negando repasses de fundos federais àqueles que realizam abortos”. O presidente da ONG, Troy Newman, declarou que o republicano “provou ser o presidente mais pró-vida que tivemos na história moderna e provou seu compromisso pró-vida com ações como nenhum outro antes dele”.

O grupo destacou as principais medidas de Trump contra a mentalidade abortista que predominava na sociedade contemporânea. A principal foi o bloqueio de repasse públicos para a rede de clínicas de aborto Planned Parenthood, que experimentou um grande crescimento durante a administração Obama.
Sua influência também vinha crescendo em órgãos das Nações Unidas, através da International Planned Parenthood Federation, que luta pela adoção do aborto como “direito reprodutivo”. Essa ideia vem sendo empurrada na chamada “Agenda 2030” da ONU, e seus reflexos puderam ser vistos no Brasil nos governos do PT.

“O presidente [Trump] efetivamente negou dinheiro público para aqueles que promovem abortos em todo o mundo”, destacou Newman, lembrando que a Planned Parenthood, com nomes diferentes, está presente em outros países das Américas.
Mais do que isso, o Departamento de Justiça da administração Trump iniciou uma investigação formal sobre o esquema ilegal de tráfico de partes de bebês realizado pela Planned Parenthood. A rede abortista tinha manifestado sua adesão pública à Hillary Clinton durante as primárias do Partido Democrata e investiu mais de 30 milhões de dólares em sua campanha eleitoral.
A ONG destacou também que Trump “se esforçou para colocar defensores da vida em posições chave, onde eles irão “dar o seu melhor” nos próximos anos. Isso inclui postos de destaque dentro do equivalente americano ao Ministério da Saúde e outras agências governamentais que tomam decisões sobre os não nascidos.

Esse foi um golpe direto contra parte do programa apelidado de Obamacare que não respeitava as “objeções religiosas e morais” dos empregadores, obrigando todos a pagarem por drogas abortivas caso fosse requerido pelo empregado.
A expectativa é que a postura de Trump sirva de inspiração para outros líderes mundiais. Com 
informações de Christian Post