O Projeto de Lei 867/2015, mais conhecido como “Escola sem Partido” possui várias propostas que versam, entre outras coisas, a proibição dos professores de propagarem ideias políticas ou religiosas em sala de aula. Mais o que tem causado desespero nos esquerdista, é a formação da comissão especial que analisa a proposta, sendo que o Presidente Marcos Rogério (DEM/RO) o Vice Pastor Eurico (PHS/PE) e o Relator deputado Flavinho (PSB-SP) são membros da bancada evangélica. Essa comissão irá analisar pelo menos cinco projetos que tratam do assunto. 
A proposta do deputado Rogério Marinho (PSDB/RN) é a mais incisiva, pois prevê detenção para docentes quem tentarem doutrinar os alunos. Caso seja aprovado, o “Escola sem partido” defenderá que a educação atenda aos princípios de neutralidade e garantirá o pluralismo de ideias. A comissão, composta por 30 membros titulares, pretende realizar audiências públicas sobre o assunto. Descontentes com o projeto, até o momento, PT e PCdoB não indicaram seus representantes. Em entrevista ao Site Gospel Prime “o deputado Marcos Rogério diz estar ciente “do grande prejuízo que a ideologização causa na formação de nossas crianças”, mas afirma que os deputados terão “a cautela de não engessar a liberdade de ensinar do professor”.